| acontecera 25 a 29 de agosto as 20: horas |
| não percam vai ser muito legal !!! |
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Ajude sempre. Não tema. Jamais desespere. Aprenda incessantemente. Pense muito. Medite mais. Fale pouco. Retifique, amando. Trabalhe feliz. Dirija, equilibrado. Obedeça, contente. Não se queixe. Siga adiante. Repare além. Veja longe. Discuta serenamente. Faça luz. Semeie paz. Espalhe bênçãos. Lute, elevando. Seja alegre. Viva desassombrado. Demonstre coragem. Revele calma. Respeite tudo. Ore, confiante. Vigie, benevolente. Caminhe, melhorando. Sirva hoje. Espere o amanhã. | |||||||||
| Xavier, Francisco Candido. Da obra: Agenda Cristã. Ditado pelo Espírito André Luiz. Edição de bolso edição. FEB. 1998. |
| "Não te maravilhes de te haver
dito: Necessário vos é nascer de
novo."
Jesus. (JOÃO, 3:7.)
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| A palavra de Jesus a Nicodemos foi suficientemente clara. Desviá-la para interpretações descabidas pode ser compreensível no sacerdócio organizado, atento às injunções da luta humana, mas nunca nos espíritos amantes da verdade legítima. A reencarnação é lei universal. Sem ela, a existência terrena representaria turbilhão de desordem e injustiça; à luz de seus esclarecimentos, entendemos todos os fenômenos dolorosos do caminho. O homem ainda não percebeu toda a extensão da misericórdia divina, nos processos de resgate e reajustamento. Entre os homens, o criminoso é enviado a penas cruéis, seja pela condenação à morte ou aos sofrimentos prolongados. A Providência, todavia, corrige, amando... Não encaminha os réus a prisões infectas e úmidas. Determina somente que os comparsas de dramas nefastos troquem a vestimenta carnal e voltem ao palco da atividade humana, de modo a se redimirem, uns à frente dos outros. Para a Sabedoria Magnânima nem sempre o que errou é um celerado, como nem sempre a vítima é pura e sincera. Deus não vê apenas a maldade que surge à superfície do escândalo; conhece o mecanismo sombrio de todas as circunstâncias que provocaram um crime. O algoz integral como a vítima integral são desconhecidos do homem; o Pai, contudo, identifica as necessidades de seus filhos e reúne-os, periodicamente, pelos laços de sangue ou na rede dos compromissos edificantes, a fim de que aprendam a lei do amor, entre as dificuldades e as dores do destino, com a bênção de temporário esquecimento. |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caminho, Verdade e Vida. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 16 edição. Lição 110. Rio de Janeiro, RJ: FEB. 1996. |
| Benfeitor - é o que ajuda e passa. Amigo - é o que ampara em silêncio. Companheiro - é o que colabora sem constranger. Renovador - é o que se renova para o bem. Forte - é o que sabe esperar no trabalho pacífico. Esclarecido - é o que se conhece. Corajoso - é o que nada teme de si mesmo. Defensor - é o que coopera sem pertubar. Eficiente - é o que age em benefício de todos. Vencedor - é o que vence a si mesmo. |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã. Ditado pelo Espírito André Luiz. Edição de Bolso. Rio de Janeiro, RJ: FEB. 1999. |
| Não acuse o irmão que parece mais abastado. Talvez seja simples escravo de compromissos. * Não condene o companheiro guindado à autoridade. É provável seja ele mero devedor da multidão. * Não inveje aquele que administra, enquanto você obedece. Muitas vezes, é um torturado. * Não menospreze o colega conduzido a maior destaque. A responsabilidade que lhe pesa nos ombros pode ser um tormento incessante. * Não censure a mulher que se apresenta suntuosamente. O luxo, provavelmente, lhe constitui amarga provação. * Não critique as pessoas gentis que parecem insinceras, à primeira vista. Possivelmente, estarão evitando enormes crimes ou grandes desânimos. * Não se agaste com o amigo mal-humorado. Você não lhe conhece todas as dificuldades íntimas. * Não se aborreça com a pessoa de conversação ainda fútil. Você também era assim quando lhe faltava experiência. * Não murmure contra os jovens menos responsáveis. Ajude-os, quanto estiver ao seu alcance, recordando que você já foi leviano para muita gente. * Não seja intolerante em situação alguma. O relógio bate, incessante, e você será surpreendido por inúmeros problemas difíceis em seu caminho e no caminho daqueles que você ama. |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã. Ditado pelo Espírito André Luiz. Edição de Bolso. Rio de Janeiro, RJ: FEB. 1999. |
| Desejo é realização antecipada. * Querendo, mentalizamos; mentalizando, agimos; agindo, atraímos; e atraindo, realizamos. * Como você pensa, você crê, e como você crê, será. * Cada um tem hoje o que desejou ontem e terá amanhã o que deseja hoje. * Campo de desejo, no terreno do espírito, é semelhante ao campo de cultura na gleba do mundo, na qual cada lavrador é livre na sementeira e responsável na colheita. * O tempo que o malfeitor gastou para agir em oposição à Lei, é igual ao tempo que o santo despendeu para trabalhar sublimando a vida. * Todo desejo, na essência, é uma entidade tomando a forma correspondente. * A vida é sempre o resultado de nossa própria escolha. * O pensamento é vivo e depois de agir sobre o objeto a que se endereça, reage sobre a criatura que o emitiu, tanto em relação ao bem quanto ao mal. * A senteça de Jesus: "procura e achará" equivale a dizer: "encontrarás o que desejas". |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Sinal Verde. Ditado pelo Espírito André Luiz. 42 edição. Uberaba, MG: CEC. 1996. |
| Em todos os caminhos da vida, encontraras obstaculos a superar. Se assim nao fosse, como provarias a ti mesmo a sinceridade de teus propositos de renovacao? * Aceita as dificuldades com paciencia, procurando guardar contigo as licoes de que se facam portadoras. * Com todos temos algo de bom para aprender e em tudo temos alguma cousa de util para assimilar. * Nada acontece por acaso e, embora te pareca o contrario, ate mesmo o mal permanece a servico do bem. * A resignacao tem o poder de anular o impacto do sofrimento. * Se recebes criticas ou injurias, nao te aflijas pela resposta verbal aos teus adversarios. Muitas vezes, os que nos acusam desejam apenas distrair-nos a atencao do trabalho a que nos dedicamos, fazendo-nos perder preciosos minutos em contendas estereis. * Centraliza-te no dever a cumprir, refletindo que toda semente exige tempo para germinar. * Toda vitoria se fundamenta na perseveranca e sem espirito de sacrificio ninguem concretiza os seus ideais. * Busca na oracao coragem para superar os percalcos exteriores da marcha e humildade para vencer os entraves do teu mundo interior. * Aceita os outros como sao a fim de que te aceitem como es, porquanto, de todos os patrimonios da vida, nenhum se compara a paz de quem procurar fazer sempre o melhor, embora consciente de que esse melhor ainda deixe muito a desejar. |
| Xavier, Francisco Candido; Baccelli, Carlos A.. Da obra: Brilhe Vossa Luz. Ditado pelo Espírito André Luiz. Araras, SP: IDE. 1987. |
| Não menosprezes teu corpo, a pretexto de ascensão à virtude. * Recorda que a semente responsável pelo pão que te supre a mesa, em muitas ocasiões, se valeu do adubo repelente a fim de poder servir-te e que a água a derramar-se do vaso para acalmar-te a sede, quase sempre, foi filtrada no charco, para que a secura não te arruinasse a existência. * O corpo físico é o santuário em que te exprimes no mundo. * Não olvides semelhante verdade para que não respondas com o desleixo à Previdência Divina que, com ele, te investiu na posse de valiosos recursos para o teu aperfeiçoamento de espírito na vida imperecível. * Realmente, as almas vacilantes na fé e ainda aprisionadas às teias da ignorância arrojam-no aos desvãos da aventura e da inutilidade, mas os caracteres valorosos e acordados para o bem, dele fazem o precioso veículo para o acesso às alturas. * Com o corpo terrestre, Maria de Nazaré honorificou a missão da Mulher, recebendo Jesus nos braços maternais e Paulo de Tarso exalçou o Cristianismo nascente, atingindo o heroísmo e a sublimação... Com ele Francisco de Assis imortalizou a bondade humana; iordano Bruno lobrigou a multiplicidade dos mundos habitados; Galileu observou o movimento da Terra em plena vida cósmica; Vicente de Paulo teceu o poema inesquecível da caridade e Beethoven trouxe ao ouvido humano as melodias celestiais... Lembra-te de que teu corpo é harpa divina. E ao invés de lhe condenares as cordas ao abandono e à destruição, tange nelas, com o próprio esforço, o hino do trabalho e da fraternidade, da compreensão e da luz, que te fará nota viva e harmoniosa na sintonia de amor universal com que a Beleza Eterna exalta incessantemente a Sabedoria Infinita de Deus. |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Viajor. Ditado pelo Espírito Emmanuel. Araras, SP: IDE. 1985. |
Você já notou a perfeição que existe na natureza? Uma prova incontestável da harmonia que rege a Criação. Como num poema cósmico, Deus rima a vida humana com o ritmo dos Mundos. Ao nascermos, é a primavera que eclode em seus perfumes e cores. Tudo é festa. A pele é viçosa. Cabelos e olhos brilham, o sorriso é fácil. Tudo traduz esperança e alegria. Delicada primavera, como as crianças que encantam os nossos olhos com sua graça. Nessa época, tudo parece sorrir. Nenhuma preocupação perturba a alma. A juventude corresponde ao auge do verão. Estação de calor e beleza, abençoada pelas chuvas ocasionais. O sol aquece as almas, renovam-se as promessas. Os jovens acreditam que podem todas as coisas, que farão revoluções no Mundo, que corrigirão todos os erros. Trazem a alma aquecida pelo entusiasmo. São impetuosos, vibrantes. Seus impulsos fortes também podem ser passageiros... Como as tempestades de verão. Mas a vida corre célere. E um dia – que surpresa – a força do verão já se foi. Uma olhada ao espelho nos mostra rugas, os cabelos que começam a embranquecer, mas também aponta a mente trabalhada pela maturidade, a conquista de uma visão mais completa sobre a existência. É a chegada do outono. Nessa estação, a palavra é plenitude. Outono remete a uma época de reflexão e de profunda beleza. Suas paisagens inspiradoras - de folhas douradas e céus de cores incríveis – traduzem bem esse momento de nossa vida. No outono da existência já não há a ingenuidade infantil ou o ímpeto incontido da juventude, mas há sabedoria acumulada, experiência e muita disposição para viver cada momento, aproveitando cada segundo. Enfim, um dia chega o inverno. A mais inquietante das estações. Muitos temem o inverno, como temem a velhice. É que esquecem a beleza misteriosa das paisagens cobertas de neve. Época de recolhimento? Em parte. O inverno é também a época do compartilhamento de experiências. Quem disse que a velhice é triste? Ela pode ser calorosa e feliz, como uma noite de inverno diante da lareira, na companhia dos seres amados. Velhice também pode ser chocolate quente, sorrisos gentis, leitura sossegada, generosidade com filhos e netos. Basta que não se deixe que o frio enregele a alma. Felizes seremos nós se aproveitarmos a beleza de cada estação. Da primavera levarmos pela vida inteira a espontaneidade e a alegria. Do verão, a leveza e a força de vontade. Do outono, a reflexão. Do inverno, a experiência que se compartilha com os seres amados. A mensagem das estações em nossa vida vai além. Quando pensar com tristeza na velhice, afaste de imediato essa idéia. Lembre-se que após o inverno surge novamente a primavera. E tudo recomeça. Nós também recomeçaremos. Nossa trajetória não se resume ao fim do inverno. Há outras vidas, com novas estações. E todas iniciam pela primavera da idade. Após a morte, ressurgiremos em outros planos da vida. E seremos plenos, seremos belos. Basta para isso amar. Amar muito. Amar as pessoas, as flores, os bichos, os Mundos que giram serenos. Amar, enfim, a Criação Divina. Amar tanto que a vida se transforme numa eterna primavera.
Redação do Momento Espírita.
Entre pais e filhos não há maior abismo que o silêncio.
O silêncio da indiferença, do esquecimento, da mágoa...
Silêncios que tem início na infância, talvez até antes do nascimento, quando os pais não consideram que ali, no ventre da mãe, já existe um ser.
Embora aquele novo corpo físico ainda esteja em elaboração, ligado a ele, desde a concepção, já está o Espírito reencarnante.
Assim, toda vida psíquica e comportamental da mãe, e também do pai, terá muita influência sobre o feto.
A alma que regressa não está consciente, mas sente se é querida ou não, se há equilíbrio no lar ou não, se realmente terá um “lar” ou não...
Desta forma, é importante conversar, desde esses primeiros momentos, com o bebê que irá nascer.
Dizer a ele que é amado; que os pais irão preparar um lar onde reinará o carinho, a compreensão; que estão cientes da missão que estão recebendo e vão se esforçar para serem bem sucedidos.
Os carinhos na barriga, os beijos suaves, as canções de ninar jamais serão esquecidos pelo Espírito, que cada dia se sentirá mais seguro em voltar ao palco terrestre.
Os estímulos que podemos produzir por vezes são tão fortes, que presenciaremos vários casos em que há resposta.
O bebê se mexe, chuta, dá cambalhotas, como se quisesse dizer alguma coisa.
Estudos mostram que, depois de nascida, a criança reconhece sons, música e vozes ouvidos no período da gestação.
Assim, podemos entender que no útero materno não há silêncio, há vida.
Vida que começou na concepção, e talvez até antes, se considerarmos o planejamento reencarnatório, o encontro com os futuros pais no mundo espiritual, os planos, os sonhos...
Não há espaço para o silêncio na família.
O hábito do diálogo, o hábito de se envolver com a vida do outro, da empatia, começa na gestação.
Os pais podem iniciar o processo educacional do seu filho ainda no ventre, de modo desajustado ou feliz, pelos tipos e vida íntima que escolham.
Pelos hábitos sociais e alimentares que adotem, enfim, pelas descargas de vida ou de morte que façam incidir sobre o seu filhinho.
Conscientes da missão grandiosa que estão recebendo do Criador, os bons pais aproveitarão o período da gestação para darem boas-vindas ao Espírito que volta.
Sendo um amor do passado, um opositor ou mesmo um estranho naquele núcleo, merece receber os cuidados necessários para que tenha em sua nova vida, todos os recursos para crescer.
Em sua bagagem vem muitos planos, muitas dificuldades, mas certamente a vontade de vencer, de acertar e de amar.
Procura amigos que o acolham, que o apóiem em seu novo tentame, e que estejam sempre presentes em sua vida.
É isso que nos faz filhos e depois pais, que nos une em família, e que propicia que aprendamos a amar, primeiro poucos, para depois amarmos toda a Humanidade.
No amor, não há lugar para o silêncio...
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“Bons pais conversam. Pais brilhantes dialogam.”
O eminente estudioso Augusto Cury, em uma de suas mais conhecidas obras, afirma que “entre conversar e dialogar há um grande vale.”
“Conversar é falar sobre o mundo que nos cerca, dialogar é falar sobre o mundo que somos.”
Outro especialista na área, Gardner, explica:
“Dialogar é contar experiências, é segredar o que está oculto no coração, é penetrar além da cortina dos comportamentos, é desenvolver inteligência interpessoal.”
Redação do Momento Espírita com citações do livro Pais brilhantes, professores fascinantes, de Augusto Cury, ed. Sextante, 2003.
| O que mais sofremos no mundo - Não é a dificuldade. É o desânimo em superá-la. Não é a provação. É o desespero diante do sofrimento. Não é a doença. É o pavor de recebê-la. Não é o parente infeliz. É a mágoa de tê-lo na equipe familiar. Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros. Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoísmo. Não é a própria pequenez. É a revolta contra a superioridade dos outros. Não é a injúria. É o orgulho ferido. Não é a tentação. É a volúpia de experimentar - lhes os alvitres. Não é a velhice do corpo. É a paixão pelas aparências. Como é fácil de perceber, na solução de qualquer problema, o pior problema é a carga de aflição que criamos, desenvolvemos e sustentamos contra nós. |
| Xavier, Francisco Cândido. Ditado pelo Espírito Albino Teixeira. |
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O destino de todos os seres vivos é a morte. Morrem flores, plantas, bichos, gente. Até mesmo as estrelas, que nascem em uma explosão de luz, chegam à finitude.
Morremos um pouco todos os dias. Cada anoitecer nos relembra que mais um dia se passou em nossa vida.
E isso nos deveria ser um alerta para os rumos que damos à existência.
Mas por que a morte nos assusta de tal forma?
O sábio se prepara para morrer. Mas para a maioria dos seres humanos, a simples menção da palavra “morte” é um trauma. Não falamos de morte, como se falar disso pudesse atraí-la.
No entanto, preparar-se para morrer é útil. Necessário mesmo. Não se trata de uma atitude mórbida, mas de naturalidade perante o ciclo que rege a vida.
Naturalidade? Sim, pois em nossa vida a morte é uma certeza. Podemos até não saber quando e onde ela virá, mas virá certamente.
Países, idiomas e crenças são diferentes. Mas, paradoxalmente, a grande certeza que nos une a todos é a de que um dia nosso corpo estará morto.
Por isso, vale a pena pensar de modo positivo na morte. Preparar-se para esse momento inevitável.
A psiquiatra suíça Elizabeth Kübler-Ross narra, em seus diversos livros, o sofrimento das pessoas que não se prepararam para morrer ou para dizer adeus aos parentes e amigos.
A médica – que se tornou famosa no Mundo inteiro por seus trabalhos junto a pacientes terminais – observou que a maioria das pessoas traz pendências, assuntos não-resolvidos e traumas que eclodem na hora da morte.
É que não costumamos refletir sobre a nossa própria morte. Sempre a imaginamos muito distante.
E, por isso, vamos adiando a resolução de pendências que poderiam ser solucionadas agora, com calma.
Portanto, vale a pena iniciar uma preparação. Quer uma fórmula simples?
Viva como se fosse o seu último dia. Faça o bem, seja amável e gentil.
Não deixe para amanhã as palavras de afeto, os gestos de amor. Diga à família o quanto você a ama. Deixe os papéis em ordem, os assuntos encaminhados.
Se há mágoas, esqueça, perdoe. Vire a página. Se há assuntos por resolver, esclareça, converse. Enfim, resolva.
Não deixe espaço para que um dia você lamente não ter falado na hora certa.
Viva a vida de forma simples e bela para que, ao encerrá-la, não haja muitos arrependimentos.
O músico Renato Russo tinha uma frase síntese para essa atitude: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”.
Afinal, amanhã a morte pode ter vindo, silenciosa, bater à sua porta, ou da pessoa amada. E até o reencontro, então, poderá ser uma longa espera.
Faça como o poeta Manuel Bandeira. Em um de seus mais inspirados poemas, “Consoada”, ele fala sobre o dia em que a morte chegará e vai encontrá-lo preparado.
“Quando a indesejada das gentes chegar,
Talvez eu tenha medo.
Talvez sorria, ou diga:
Alô, iniludível!
O meu dia foi bom, pode a noite descer.
(A noite com seus sortilégios).
Encontrará lavrado o campo, a casa limpa,
A mesa posta, com cada coisa em seu lugar”.
Possamos, todos nós, aguardar a morte com a alma leve, a consciência em paz, um sorriso de dever cumprido pairando, suave, nos lábios pálidos.
Quando essa hora chegar, o seu dia – a sua vida - terão sido bons? Pense nisso!
Redação do Momento Espírita.
| Não viva pedindo orientação espiritual, indefinidamente. Se você já possui duas semanas de conhecimento cristão, sabe, à saciedade, a que fazer. * Não gaste suas energias, tentando consertar os outros de qualquer modo. Quando consertamos a nós mesmos, reconhecemos que o mundo está administrado pela Sabedoria Divina e que a obrigação de cooperar invariavelmente para o bem é nosso dever primordial. * Não acuse os Espíritos desencarnados sofredores, pelos seus fracassos na luta. Repare a ritmo da própria vida, examine a receita e a despesa, suas ações e reações, seus modos e atitudes, seus compromissos e determinações, e reconhecerá que você tem a situação que procura e colhe exatamente o que semeia. * Não recorra sistematicamente aos amigos espirituais, quanto a comezinhos deveres que lhe competem no caminho comum. Eles são igualmente ocupados, enfrentam problemas maiores que os seus, detêm responsabilidades mais graves e imediatas, e você, nas lutas vulgares da Terra, não teria coragem do pedir ao professor generoso e benevolente que desempenhasse funções de ama-seca. * Não espere a morte para solucionar as questões da vida, nem alegue enfermidade ou velhice para desistir de aprender, porque estamos excessivamente distantes do Céu. A sepultura não é uma cigana, cheia do promessas miraculosas, e sim uma porta mais larga do acesso a nossa própria consciência. |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agenda Cristã. Ditado pelo Espírito André Luiz. 3 edição. Edição de Bolso. Rio de Janeiro, RJ: FEB. 1999. |
| Em matéria de felicidade convém não esquecer que nos transformamos sempre naquilo que amamos. * Quem se aceita como é, doando de si a vida o melhor que tem, caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser. * A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação a felicidade que fizermos para os outros. * A alegria do próximo começa muitas vezes no socorro que você lhe queira dar. * A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exato na consciência tranquila. * Se você aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados complexos de culpa, comece a desejar a própria libertação, abraçando no trabalho em favor dos semelhantes o processo de reparação desse ou daquele dano que você haja causado em prejuízo de alguém. * Estude a si mesmo, observando que o auto-conhecimento traz hulmildade e sem humildade é impossível ser feliz. * Amor é a força da vida e trabalho vinculado ao amor é usina geradora de felicidade. * Se você parar de se lamentar, notará que a felicidade está chamando o seu coração para vida nova. * Quando o céu estiver em cinza, a derramar-se em chuva, medite na colheita farta que chegará do campo e na beleza das flores que surgirão no jardim. |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Sinal Verde. Ditado pelo Espírito André Luiz. 42 edição. Uberaba-MG: CEC. 1996. |
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| A lembrança amarga não consertará o passado. A tristeza não lhe trará luz ao pensamento. O desânimo não tem condições de prestar auxílio. O azedume não pacifica o mundo íntimo. A revolta não lhe fará ver o caminho justo. A crítica é fator de mais solidão. A irritação é a companheira do fracasso. A intolerância afasta a simpatia. O ressentimento é veneno em você mesmo. A condenação é treva que se espalha. Evitemos esses agentes do contra e procuremos trabalhar, na certeza de que, servindo, encontraremos a bênção da alegria por nosso clima permanente de luz. |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Respostas da Vida. Ditado pelo Espírito André Luiz. IDE. |
| Aprendemos a compreender para sermos compreendidos. Se encontras alguém na estrada que te pareça na capa de inimigo ou na máscara de ofensor, silencia e não condenes. Convençamo-nos de que não existem corações de mármore e sim corações retalhados de dor. |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Agora e o Tempo. Ditado pelo Espírito Emmanuel. IDEAL. |
| Há muito que fazer. Não te queixes. Trabalha. Companheiros falharam? Prossegue e terás outros. Não queres certo grupo? Outras áreas te esperam. Desilusões à vista? Não pares. Continua. Buscas a Paz de Deus? O serviço é o caminho. Ante o alvo, os que seguem É que podem chegar. |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Caminhos. Ditado pelo Espírito Emmanuel. 2 edição. Jabaquara, SP: CEU. 1981 |
| Há dez sinais vermelhos, no caminho da experiência, indicando queda provável na obsessão: quando entramos na faixa da impaciência; quando acreditamos que a nossa dor é a maior; quando passamos a ver ingratidão nos amigos; quando imaginamos maldade nas atitudes dos companheiros; quando comentamos o lado menos feliz dessa ou daquela pessoa; quando reclamamos apreço e reconhecimento; quando supomos que o nosso trabalho está sendo excessivo; quando passamos o dia a exigir esforço alheio, sem prestar o mais leve serviço; quando pretendemos fugir de nós mesmos, através do álcool ou do entorpecente; quando julgamos que o dever é apenas dos outros. Toda vez que um desses sinais venha a surgir no trânsito de nossas idéias, a Lei Divina está presente, recomendando-nos a prudência de amparar-nos no socorro da prece ou na luz do discernimento. |
| Vieira, Waldo; Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Ideal Espirita. Ditado pelo Espírito Scheilla. CEC. |
| A conduta indica a orientação espiritual da criatura. Surge o ideal realizado, consoante o esforço de cada um. Amplia-se o ensino, conforme a aplicação do estudante. Eternidade não significa inércia, mas dinamismo incessante. O caminho é infinito. Quem estabelece a rota da viagem é o viajor. Continua, pois, em marcha perseverante, gastando sensatamente o tesouro dos dias. Em sessenta segundos, a lágrima pode transformar-se em sorriso, a revolta em resignação e o ódio em amor. Nessa mínima parcela da hora, liberta-se o espírito do corpo humano, a flor desabrocha, o fruto maduro cai da árvore e a semente inicia a germinação da energia latente. Analisa o que fazes de tão valiosa partícula de tempo. Num só momento, o coração escolhe roteiro para o caminho. Com o Evangelho na consciência, o lazer é tão-somente renovação de serviço sem mudança de rumo. Não desprezes o tempo, em circunstância alguma, pois quem espera a felicidade se esmera em construí-la. A hora perdida é lapso irreparável. Dominar o relógio é coordenar os sucessos da vida. Nos domínios do tempo, controlamos a hora ou somos ignorados por ela. Por isso, quanto mais a alma se eleva em conhecimento, mais governa os próprios horários. Lembra-te de que as edificações mais expressivas são formadas por agentes minúsculos e de que o século existe em função dos minutos. Não faz melhor quem faz mais depressa, mas sim quem faz com segurança e disciplina, articulando ordenadamente os próprios instantes. Observa os celeiros de auxílio de que dispões e não hesites. Distribui os frutos da inteligência. Colabora nas tarefas edificantes. Estende a solidariedade a benefício de todos. Fortalece o ânimo dos companheiros. Não te canses de ajudar para que se efetue o melhor. O manancial do bem não tem fundo. A paz coroa o serviço. E quem realmente aproveita o minuto constrói caminho reto para a conquista da vitória na Divina Imortalidade. |
| Waldo Vieira. Da obra: Sol nas Almas. |
| Não se amedronte. Prossiga Em seu trabalho no bem. Prestando serviço a todos Não menospreza a ninguém. Cultive perdão e amor Esqueça qualquer espinho... Tribulações e problemas Isto é de todo caminho. Se você caiu em falta, Para erguer-se, volte atrás. Só não erra neste mundo Aquele que nada faz. |
| Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Loja de alegria. Ditado pelo Espírito Jair Presente |
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- ILUSÕES
| Quando o Cristo disse: "Bem-aventurados os aflitos, o reino dos céus lhes pertence", não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que sofrem todos os que se encontram na Terra, quer ocupem tronos, quer jazam sobre a palha. Mas, ah! poucos sofrem bem; poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzi-los ao reino de Deus. O desânimo é uma falta. Deus vos recusa consolações, desde que vos falte coragem. A prece é um apoio para a alma; contudo, não basta: é preciso tenha por base uma fé viva na bondade de Deus. Ele já muitas vezes vos disse que não coloca fardos pesados em ombros fracos. O fardo é proporcionado às forças, como a recompensa o será à resignação e à coragem. Mais opulenta será a recompensa, do que penosa a aflição. Cumpre, porém, merecê-la, e é para isso que a vida se apresenta cheia de tribulações. O militar que não é mandado para as linhas de fogo fica descontente, porque o repouso no campo nenhuma ascensão de posto lhe faculta. Sede, pois, como o militar e não desejeis um repouso em que o vosso corpo se enervaria e se entorpeceria a vossa alma. Alegrai-vos, quando Deus vos enviar para a luta. Não consiste esta no fogo da batalha, mas nos amargores da vida, onde, às vezes, de mais coragem se há mister do que num combate sangrento, porquanto não é raro que aquele que se mantém firme em presença do inimigo fraqueje nas tenazes de uma pena moral. Nenhuma recompensa obtém o homem por essa espécie de coragem; mas, Deus lhe reserva palmas de vitória e uma situação gloriosa. Quando vos advenha uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponde-vos a ela, e, quando houverdes conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, dizei, de vós para convosco, cheio de justa satisfação: "Fui o mais forte." Bem-aventurados os aflitos pode então traduzir-se assim: Bem-aventurados os que têm ocasião de provar sua fé, sua firmeza, sua perseverança e sua submissão à vontade de Deus, porque terão centuplicada a alegria que lhes falta na Terra, porque depois do labor virá o repouso. - Lacordaire. (Havre, 1863.) |
| Allan Kardec. Da obra: O Evangelho Segundo o Espiritismo. 112 |